A Saúde dos Seus Pezinhos

Hoje eu fui numa podóloga. Eu frequentava muito na época que eu era rica, tinha vários empregos e o Brasil não estava em crise. Pois bem… acontece que eu ando muito descalça em casa, danço descalça, faço Pilates descalça e isso torna minha planta (sola) do pé bem ressecada e hiper-queratinizada (que é a camada morta de pele que engrossa justamente para proteger seu pezinho de machucados).

Só que, quanto mais ele engrossa, maior a possibilidade de ele ferir justamente por isso, e acaba gerando fissuras que doem demais!

Foto retirada da Internet

Foto retirada da Internet

Antes de pagar uma podóloga, é claro que eu tentei receitas caseiras de internet (encontrei no Pinterest). Como boa capricorniana, tento tudo antes de gastar o nosso rico dinheirinho.

Então eu me rendi à mistura Vinagre + Enxaguatório Bucal + água quente, depois que vi essa foto apelativa me prometendo um pé de sonhos.

Receitacaseirapés

Claro que não deu certo. E depois que eu contei pra minha podóloga, ela riu que só!

Ela explicou que: precisamos prevenir com que a camada externa engrosse muito com hidratações à base de ureia. Veja lá no seu hidratante de pés se contém ureia, lanolina, glicerina, essas coisas que tinham no creme que ela me recomendou. Mas principalmente a ureia!

Mas quando a camada já está formada, nada penetra, nada alivia, nem mesmo (muito menos, aliás) o antisséptico bucal! Então o jeito é retirá-la. É uma camada morta e o processo é indolor. Você solicita a retirada das calosidades e pronto!

No meu caso, eu pedi a podologia completa, com hidratação, retirada das calosidades e reflexologia (porque tô de férias e merecendo!). Esta última é feita com hidratante edepois ela passa um papel filme envolvendo o seu pé para que ele absorva mais rápido.

Saí do salão flutuando e, estou de havaianas. Evitar os pés descalços, hidratar com creme e ureia à noite (pode dormir de meia) e esfoliar a cada semana. Pronto.

É assim que vou cuidar dos meus pezinhos a partir de agora =D

8 Técnicas Não Invasivas de Alívio da Dor Que Realmente Funcionam

1. Frio e calor. Estes dois métodos comprovados ainda são a pedra angular de aliviar a dor para certos tipos de lesões. Se um pacote quente ou frio caseiro não funcionar, tente pedir a um fisioterapeuta ou quiroprático a realização desses tratamentos, que podem penetrar mais profundamente no músculo e tecido.

2. Exercício. A atividade física desempenha um papel crucial em interromper o “círculo vicioso” da dor, e mobilidade reduzida encontrada em algumas doenças crônicas, como artrite e fibromialgia. Tente atividades aeróbicas leves como caminhar, nadar, ou andar de bicicleta.

3. A fisioterapia e terapia ocupacional. Estas duas especialidades podem estar entre seus mais fiéis aliados na luta contra a dor. Fisioterapeutas guiam-no através de uma série de exercícios destinados a preservar ou melhorar a sua força e mobilidade. Os terapeutas ocupacionais podem ensiná-lo a realizar uma série de atividades diárias de uma forma que não agravem a sua dor.

4. Técnicas mente-corpo. Estas técnicas, que incluem meditação, mindfulness, e exercícios de respiração (entre muitos outros), ajudam a restaurar um senso de controle sobre seu corpo e diminua a resposta “luta ou fuga” (estresse), o que pode agravar a tensão muscular crônica e dor.

5. Yoga e Tai Chi. Essas duas práticas de exercícios incorporam o controle da respiração, meditação e movimentos suaves para alongar e fortalecer os músculos. Muitos estudos têm mostrado que eles podem ajudar as pessoas a controlar a dor causada por uma série de condições, de dores de cabeça ou artrite até lesões persistentes.

6. Biofeedback. Esta técnica envolve a aprendizagem de relaxamento e exercícios de respiração com a ajuda de uma máquina de biofeedback, que transforma dados sobre as funções fisiológicas (tais como frequência cardíaca e pressão arterial) para pistas visuais, como um gráfico, uma luz piscando, ou mesmo uma animação. Assistindo e modificando as visualizações pode dar um grau de controle sobre a resposta do seu corpo à dor.

7. Musicoterapia. Estudos têm demonstrado que a música ajuda a aliviar a dor durante e após a cirurgia, e também no parto. A música clássica tem provado para funcionar especialmente bem, mas não há nenhum mal em tentar seu gênero favorito – ouvindo qualquer tipo de música você pode se distrair da dor ou do desconforto.

8. A massagem terapêutica. A massagem pode aliviar a dor por trabalhar diminuindo a tensão dos músculos e articulações, aliviando o estresse e a ansiedade, e possivelmente ajudando a distraí-lo de dor através da introdução de um “concorrente” sensação de que substitui os sinais de dor.

DOOR

Traduzido daqui.

Os copinhos e suas várias formas, por @kamperigena

Uma colaboração de Karina Rocha Campos, a @kamperigena, do twitter

Inciclo B e Fleurcup L

A minha história com os coletores menstruais começou em abril desse ano: graças às mulheres maravilhosas e empoderadas desse nosso Brasil, cheguei até o site do Inciclo e me encantei com todos os benefícios do copinho em relação ao absorvente externo e ao interno.

Os motivos pelos quais resolvi adotar o coletor menstrual e deixar de lado os absorventes comuns são:

  • o copinho nos dá mais liberdade e mobilidade durante o período menstrual;
  • não precisamos tentar disfarçar na roupa o volume feito pelo absorvente externo ou ter que lidar com o odor desagradável do sangue em contato com o ar que fica ali, parado, dentro da nossa calcinha.
  • Usando o coletor podemos ir à praia mesmo menstruadas, podemos ficar sem calcinha, podemos dormir tranquilas, podemos praticar esportes sem preocupações (até as acrobatas recomendam!) e ainda colaboramos com o meio-ambiente, gerando menos lixo a cada ciclo.
  • Além de tudo isso, ainda tem a questão financeira: um coletor menstrual custa, em média, 80 reais e pode durar até cinco anos. Já fez a conta de quanto dinheiro você gasta em absorventes comuns a cada período menstrual? Se multiplicarmos por doze, o número de meses do ano, com certeza teremos um número superior a 80 reais. Trocando em miúdos: o coletor menstrual é só a-le-gri-a.

Pelos meus 22 anos e aproximadamente 0 filhos, optei pelo Inciclo B. Assim que ele chegou, resolvi testá-lo, mesmo sem estar menstruada. Estranhei, não gostei do cabinho, achei que não fosse me adaptar. Veio a menstruação e com ela o alívio: tudo estava dando certo, já que o copinho cumpria o que prometia e me permitia esquecer que meu útero estava descamando. No segundo ciclo com o copinho, porém, passei a ter vazamentos moderados; comecei a pesquisar e testar dobras diferentes e também outras posições de inserção. Realmente, acertar de primeira não é fácil, pois não somos acostumadas a procurarmos o colo do nosso útero e direcionar o copinho na posição certa. Além disso, várias outras irregularidades podem acontecer: o coletor pode não abrir, ficar um pouco amassado devido ao assoalho pélvico mais forte ou não pegar o vácuo necessário. Aprender a lidar com todas essas possibilidades leva tempo, mas a minha situação era outra…

Dispositivo Intra-Uterino de cobre, o famoso DIU.

Em maio, optei por esse método contraceptivo de longa duração, e quem já leu sobre ele sabe que o fluxo das mulheres que o usam costuma aumentar. Batata! O Inciclo B já não dava mais conta do fluxo intenso causado pelo DIU. Naquele momento, nenhuma dobra ou posição diferente me ajudava, pois o coletor vazava bastante e eu precisei usar absorvente junto com ele para não me sujar. Fiquei muito, muito frustrada! Não queria mais voltar à rotina de usar absorventes externos; eles me irritavam, me faziam coçar inteira e ainda cheiravam mal… Só de lembrar eu fico triste. Cheguei à conclusão que, talvez, eu precisasse trocar de coletor e decidi comprar o Fleurcup L (L de “large”, grande).

O Fleurcup L e o Inciclo B têm dimensões bem diferentes: o Inciclo B comporta 25ml, enquanto o Fleurcup L comporta 29ml. Não parece muito, mas para quem tem que esvaziar o copinho a cada duas horas, 4ml a mais de capacidade já ajuda bastante. Já no que diz respeito ao tamanho, o Inciclo B tem 40mm de diâmetro, 56mm de comprimento e o Fleurcup L tem 46mm de diâmetro e 52mm de comprimento. O Inciclo B é mais compridinho e comporta menos sangue enquanto o Fleurcup L é mais gordinho, mas comporta mais sangue.

A maleabilidade também é uma questão importante: o Inciclo B é bem mais molinho do que o Fleurcup L; as moças que praticam esportes e têm o assoalho pélvico mais forte devem levar essa informação em conta, já que o copinho pode ser comprimido lá dentro e fazer o sangue vazar.

Esse é o primeiro ciclo que uso o Fleurcup. A única dobra que eu consigo segurar e inserir com sucesso é a Punch Down (procure vídeos sobre dobras no YoTube), e só consigo inserir sentada no vaso sanitário, com os músculos relaxados, as costas na parede e o quadril um pouco para frente. A remoção do coletor, que por ser bem maior que o Inciclo, ficou mais difícil, mas nada impossível ou doloroso. A maior rigidez do novo coletor me beneficiou, pois agora posso fazer movimentos de contração com os músculos pélvicos e o vácuo do coletor não se perde; isso acontecia com o Inciclo, que é mais molinho, e vazava quase que instantaneamente. Hoje tive um vazamento grande com o Fleurcup enquanto fazia compras (que desespero!), mas foi porque não havia esvaziado o coletor antes de sair de casa. Se ele enche, ele vaza.

Antes de ir às compras e do fatídico vazamento, andei alguns quarteirões até o ponto de ônibus, peguei o circular, assisti uma aula de duas horas e nada, absolutamente nada, vazou. Vida normal, esquecida de estar menstruada (e estou no dia de maior fluxo!). Agora me encontro sentada na cama, de pijama e sem calcinha. O coletor novo não permite que o sangue vaze em grandes quantidades, como acontecia com o Inciclo, mas ainda noto rastros de sangue bem tímidos quando me limpo ao ir ao banheiro; acredito que esse sangue seja aquele que fica nas paredes do canal vaginal e que escorre lentamente até a vagina. Para esse sangue, acredito que não há o que o coletor possa fazer.

Para escolher o coletor menstrual perfeito é necessário que você conheça seu corpo e sua anatomia. Faça o teste da altura do colo do seu útero para saber se ele é alto, médio ou baixo; conheça também a intensidade do seu fluxo e a força dos seus músculos pélvicos. A tabela abaixo traz os vários tipos de coletores menstruais, suas dimensões e outras informações importantes para você que quer comprar seu primeiro coletor. No Facebook, o grupo Coletores Brasil – Menstrual Cups, traz todo tipo de informação relevante às meninas e mulheres que usam o coletor menstrual. Procura lá e pede pra entrar para tirar as dúvidas.

Eu, por enquanto, sigo bem com o Fleurcup. Tô tranquila, tô de copinho😉

tabela-coletor1

tabela-coletor2

 

Bistrô da Jazz – Crepioca Light

Condenem-me! Hoje mesmo falei que era mais prático fazer tapioca com ovo dentro, depois que descobri que crepioca era uma omelete com tapioca. Pois bem, lento umas receitas, decidi adaptar com o que tinha em casa e não é que ficou uma delícia??

A diferença é que eu retirei a gema, porque eu já estou comendo ovos demais durante a semana na minha dieta hipocalórica e hiperprotéica (para diminuir gordura e ganhar massa muscular) e decidi limitar a ingestão de gema a três vezes por semana.

Além disso, ao invés de queijo parmesão ralado (que contem muito sódio) eu troquei pelo requeijão light. Tem gente que coloca uma colher de quinoa em flocos. Da próxima vez vou adicionar uma colher de aveia pra ver se fica legal.

Essa minha ficou bem cremosa e macia. A foto é que não consegui tirar porque ao virar eu cometi um desastre. Em breve, posto uma.

Ingredientes:

  • 01 clara;
  • 2 colheres (sopa) de tapioca;
  • 2 colheres (sopa) requeijão light;
  • Temperos (eu coloquei cominho, orégano e cebola desidratada).
  • 1 pitadinha de sal.
  • Óleo vegetal para untar a frigideira

Modo de Fazer:

Bata todos os ingredientes com um fouet ou um garfo. Unte a frigideira com óleo vegetal. Coloque a massa na frigideira e esquente até as bordas soltarem. Com cuidado master, vire a crepioca para dourar só um pouco do outro lado (assim ela fica mais macia!).

Eu recheei com peito de peru defumado, mas você fica livre para rechear com o que quiser. Achei o negócio tão gostoso que dá até pra comer sem recheio!

Experimente e me conte se gostou.

Praticando Meditação

Sempre salientamos aqui que o importante é levar uma vida saudável de forma holística. Somos corpo, mente e espírito formando um triângulo equilátero. Se um ponto dessa tríade anda mal, o triângulo fica isósceles, ou até um escaleno que descreve uma pessoa totalmente desequilibrada. Nesse mundo, é difícil até ser isósceles, quando mais equilátero, mas quanto mais escaleno for o nosso triângulo, mas difícil será a nossa vida.

triângulos

Triângulo equilátero, isósceles e escaleno, respectivamente da esquerda para a direita.

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